quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Mariana, o bom menino!

E continuam as confusões de gênero naquela agencia bancária. Dessa vez o fato ocorreu nos caixas de auto atendimento. Lá esta o mocinho todo prestativo, benevolente ao auxílio alheio. (tabom ele não é tão bonzinho assim, mas deixa eu) Quando um “menino” o cutuca...

Moço eu queria fazer um saque, mas perdi a senha do meu cartão...

O atendente, muito prestativo, rebate, vejamos como posso lhe ajudar, tem seu cartão aí? Em posse do cartão ele fala. Mas somente a Mariana poderá fazer o saque, já que o cartão esta no nome dela.

- Mas eu sou a Mariana!!!!!

- Ahh é???? (incrédulo observando a masculinidade da moça, ainda emenda) Aahhhh billll assim montada tu me confunde, deixa eu ver a identidade.

Mariana, constrangida, foi identificada, e teve seu saque e a senha de volta, já o atendente ficou boquiaberto com a menina que ele já estava quase dando em cima pensando que fosse menino....

E viva o mundo globalizado! hahuuhauhahuua

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

A mulher transformista

Anastácia, uma gerente bancária da cidade de Criciúma que sempre se mostrou uma mulher vaidosa, não dispensa um mega salto alto, um bom gloss e raramente repete um vestido, claro que todos são no mesmo estilo (parecem aqueles da Marilda da Grande Família). Anastácia esta no auge de sua vida, separou-se do marido e partiu vida a fora em busca de um novo grande amor.

Agora, solteira, Anastácia, que já gostava de uma boa produção, não sai de casa sem antes cumprir todo um ritual de beleza, e para não cansar da imagem resolveu investir pesado. Ela adiquiriu 3 mega hairs (uma espécie de peruca que serve para mudar o estilo corte de cabelo) cada um com um corte diferenciado, além de lentes de contato, verdes e azuis.

Muito bem, a nossa mulher mutante, passou a desfilar seus modelitos no banco, cada dia uma mulher diferente, sempre arrancando suspiros da rapaziada, ela fica envaidecida. Certo dia, em que ela estava sem os novos acessórios apenas com seu cabelinho estilo Victória Beckhan, ao atender um determinado cliente, ela se empolga. Homem de reputação ilibada, de boa família, estabelecido na vida e o melhor de tudo solteiro.

Anastácia, ficou empolgadíssima. O cliente prometeu voltar no dia seguinte, sob sorrisos e olhares de peixe morto os dois se despediram. Se batendo toda ela chega a mesa do amigo relatando o fato e dizendo que no dia seguinte ela deveria estar impecável. Ele apenas concorda e fica feliz pela realização.

No dia seguinte o amigo, chega para o trabalho, começa a se estabelecer em sua mesa, quando na porta, surge ela... em uma bota de cano alto até o joelho, salto agulha, um vestido justo, cabelos longos, olhos azuis, super produzida e maquiada, pergunta. Como estou??

Surpreso, ele responde... Você esta linda...

Ok, era tudo que ela precisava ouvir, se bem que cada cliente que a via, olhava tentando entender a situação. Lá pelas tantas, eis que surge novamente, nosso herói, o cliente, que também caprichou, colocando uma camisa mais bonita, a única diferença percebida. Ele entra na agência, procura de um lado, busca de outro e nada de avistar Anastácia, ele vai até a mesa ao lado em que ela esta sentada e pergunta ao amigo dela.

Onde esta a mulher que me atendeu ontem? Ele a indica... e o cliente responde...

Mas ela tinha cabelos curtos, era mais baixinha, tinha olhos escuros, tem certeza que é ela?

Ouvindo tudo e vendo seu mundo desabar, irritada, coloca um sorriso cínico na cara levanta e vai em direção do homem insensível aos anseios femininos (como ela mesma define). Boa tarde, Sr. Fulano, vamos dar continuidade ao seu atendimento, como vai???

Anastácia, não perdeu a pose, mas não quer mais saber de clientes para potenciais affairs!

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

o moço errado ou o carro errado ou ainda eu sou errado

A volta do fim de semana é sempre com muitas filas. São quilômetros e quilômetros de acelera, freia, acelera, freia, haja paciência... Mas quando você se prepara com boa companhia, músicas e disposição tudo anda bem.

Lá estávamos nós na fila, era risada da piada da noite anterior, momento cantar a música, momento descer do carro, momento trocar o motorista, momento trocar motorista de novo, assim foram quatro horas, quase parados. Alguns fatos chamavam atenção. Como o caminhoneiro que limpava o nariz ao som de boate azul, ou quem sabe a mulher que aproveitava o momento pra pegar uma corzinha.

Mas sabem como sou, precisava me meter em uma furada...

Eu e meu amigo discutindo, eu começo:

Olha lá, o carro do Maicon!

Não, Marcos o carro dele é diferente.

Ahhh tah, tu acha mesmo que eu ia me enganar? (pergunta idiota, claro que ia)

Ele me olha, talvez já esperando o pior, e ele acontece...

Eu dou umas buzinadas chamo a atenção do motorista do carro, mas não consigo ver direito pq o vidro é muito escuro, indgnado deço do carro e vou até ele e bato no vidro....

Oowww nem pra dar oi neh!

Pois bem, não era o Maicon, muito menos o carro dele.

Ao retornar ao meu veículo, só houvi um... ``eu te disse``!!!!!!!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

AMIGO É PRA ESSAS COISAS

Domingo é dia de passear, em Floripa com o verão bombando a saída ideal são as praias, tem pra todo gosto, estilo e bolso. Agora, a cidade peca e muito na infra-estrutura quando chove, a alternativa é a famosa voltinha no shopping, ainda mais em época que as lojas estão a beira de trocar a coleção, o que significa que tem “promoçã”!!!! Aí não tem jeito, prepare o bolso que uma peça ou outra você sempre acaba levando.


Naquele vuco vuco, todo motivado pelas ofertas, resolvi provar algumas peças, os provadores estavam cheios, ficamos eu e meu amigo na fila, batendo papo, conseguimos provadores próximos um do outro, vestíamos uma peça e saiamos, até pra um falar o que achou da roupa do outro. Depois de algumas trocas ele se calou, eu começo a chamar pelo seu nome... nada!


Ainda esbravejei, de que adianta sair com um amigo pra fazer compras se na hora de dar opinião ele some? Saí de meu provador e nervoso abro o provador do lado, brigando...


- Custa responder, seu grosso! Ahhhh moço desculpe, pensei que fosse outra pessoa!


Pois é. Provador errado, com um cara de cuecas rindo que se matava da minha cara. Meu amigo? Foi comprar mais...

sábado, 23 de janeiro de 2010

Chuva???? quase....

Vida de jornalista não é só “Gramur”. Dia desses estava eu todo prosa tentando gravar uma passagem (termo jornalístico para denominar parte da matéria em que o repórter fala para a câmera), minha pauta (assunto) eram os chuveiros quebrados da orla do balneário rincão. Muito bem, eu todo feliz, ia fazer um texto dinâmico, um ângulo de imagem bem interessante tudo certo, fui conferir o chuveiro e realmente não funcionava.

O câmera deu sinal de gravando e lá foi eu todo cheio de mim, falei, falei então me dirigi até bem próximo ao chuveiro, e quando aciono o registro, que deveria estar QUEBRADO, receboo castigo, águaaaaa!!!

O maldito chuveiro resolveu funcionar, eu mereço isso? Mesmo assim, molhado, com uma raiva que transcendia minha paciência concluí meu texto, já o câmera ainda anuncia, em meio a um ataque de risos, Ohhh Marcos, pior de tudo é que eu não apertei o REC!!!! Vá ter má sorte assim lá naquele lugar.


sorte assim lá naquele lugar.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Quem vai quer a minha periquita?



O ritmo de forró que tem tomado conta do Brasil vem conquistando muitos fãs também no sul do país. O que eu não esperava que no alto de uma manhã de segunda-feira antes das 7:00h um senhora dos seus quarenta anos, bem vestida, óculos de grife, e um bom português ao aguardar um atendimento meu, dispara:



- Quem vai querer a minha periquita, a minha periquita, a minha periquita...



E o pior, ela ainda tem infeliz idéia de bater ombrinhos enquanto cantarolava, ahhhh tenha santa paciência, eu não estou pagando pecados pra merecer isso. Mas a praga do ritmo não parou por aí, na mesma manhã, um portuga estaciona o carro de fronte a minha casa, e lá vai... a oferecida da periquita!



O que eu fiz????????


Essa periquita te me perseguindo, XÔ PERIQUITA, XÔ PERIQUITA!!!

sábado, 16 de janeiro de 2010

Omeprazol ou Epocler, ahhh gente tudo igual!!!



O que não é novidade pra mais ninguém é a intimidade minha com as confusões, dessa vez a vítima foi meu pai, o coitado tava em casa com algum tipo de embróglio estomacal. Já estou acostumado com as enfermidades do meu velhinho, normalmente ele toma um remedinho bem popular chamado Epocler, cansei de ver o ele bebericando no bico do medicamento.



Bem, neste dia eu voltava do trabalho, quando recebo a chamada de minha mãe pedindo que eu comprasse uma caixa de Omeprazol 20mg, ahh sim, sim eu compro já esbaforido com a outra chamada que estava em espera, dei tchau pra mãe, mudei a chamada, e lá foi eu, andava pela rua eufórico ao telefone, as vezes meio desligado outras vezes um pouco mais atento, a conversa ao aparelho móvel estava empolgante, não queria desligar.



Ao passar em frente a uma farmácia entro peço à pessoa que fala comigo ao telefone um minuto, mas que não desligue:



- Oi, boa noite, eu quero uma caixa de Epocler 20 mg. A moça sem entender muito se dirige até a prateleira e me questiona.



- Moço, Epocler eu só tenho um tipo, indiferente de ter miligramas.



- Ahhh então deve ser desse mesmo.



- Quantos você quer?



- Ahh completa vinte de frasquinhos... (parece até que estou comprando balas huauhauhuha)



Ao pagar a farmácia e retornar à ligação a pessoa estava em prantos de tanto rir, sem entender muito, eu curioso pergunto o que houve então de uma forma muitosolicita me explica (ahhh sim esta pessoa que fala comigo ao telefone é farmacêutico).



- Marcos, Epocler 20 mg não existe, tu deves ter confundido com outro remédio, a guria da farmácia não riu, não?



Ofendido, retruco:



- Vai a merda, tu acha que eu sou louco de confundir o remédio do meu pai, (rsrsrsrrsrs) eu sei o que ele usa.



Cheio de mim e orgulhoso entrego o remédio e ele indaga:



Tá e cadê o Omeprazol???




Droga! Vou ligar pro serviço de tele entrega!